Fonte:http://www.divida-auditoriacidada.org.br Portais de diversas entidades continuam a divulgar a cobertura das importantes atividades sobre a dívida pública no Fórum Social Mundial, que contaram com a presença de Maria Lucia Fattorelli, coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida. O Portal da Fasubra faz um resumo da atividade “Dinheiro para a Educação, e não para a Dívida”, enquanto a Agência Petroleira de Notícias traz um resumo e vídeos da atividade “As lutas em curso no Brasil – o desafio de fugir da fragmentação e potencializar a mobilização popular”, promovida pelo Sindipetro/RJ.
As atividades da Auditoria Cidadã – em especial, de seus núcleos regionais – têm conseguido importantes resultados. O Portal da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) divulga importante debate a ser realizado dia 13 de fevereiro de 2012, às 14h, no grande Plenário da ALMG, sobre a dívida dos estados com a União, que contará com a presença dos 4 secretários de Estado de Fazenda dos Estados da região Sudeste: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O evento vai na direção de proposta dos integrantes do Núcleo Mineiro da Auditoria Cidadã da Dívida, no sentido de uma união de forças dos estados em um momento de crise da dívida dos entes federados com a União.
Por fim, o Jornal Nacional (JN) mostra que a dívida pública federal (soma das dívidas “interna” e “externa”) cresceu nada menos que R$ 170 bilhões no ano passado, devido à incidência dos juros sobre a própria dívida. Cabe comentarmos que R$ 170 bilhões equivale a duas vezes e meia todos os gastos federais com saúde no ano passado.
Em suma: o próprio JN mostra que a dívida aumenta de forma colossal devido às altíssimas taxas de juros, provando que não há saída para esta política de endividamento sem um questionamento do estoque atual desta dívida. E este questionamento deve ser feito por meio de uma auditoria.
Por outro lado, a notícia reproduz o dado do governo de que a dívida interna federal fechou 2011 em R$ 1,8 trilhão. Conforme já comentado na edição de 28/1 deste Boletim, este valor de R$ 1,8 trilhão omite parcela importante da dívida.
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